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Bombeiros seguem nas buscas por cinco desaparecidos em escombros de prédio que desabou em SP

Publicado dia 05/05/2018 às 14h45min
52 bombeiros trabalham na operação neste sábado para chegar ao 8º andar de prédio, onde há a possibilidade de vítimas; quantidade de destroços ainda está no 16º andar.

a manhã deste sábado (5), 52 bombeiros continuam as buscas por cinco pessoas que permanecem desaparecidas no desabamento do prédio Wilton Paes de Almeida, no Centro de São Paulo.

Segundo o capitão do Corpo de Bombeiros, Marcos Palumbo, os profissionais estão atualmente no 16º andar dos destroços e faltam retirar material de oito andares. Isso porque há a possibilidade de que, no 8º andar, possa ser possível localizar pontos onde estariam possíveis vítimas.

Um dos desaparecidos já foi encontrado e, na sexta-feira (4), a Polícia Civil confirmou que o corpo é de Ricardo Oliveira Galvão Pinheiro, que caiu quando era resgatado durante o incêndio.

Conforme Palumbo, o resgate de Pinheiro durou 20 horas e começou após um cão de salvamento localizar um odor diferente em uma área dos destroços.

 
Máquinas e bombeiros trabalham neste sábado nos escombros (Foto: GloboNews/reprodução)Máquinas e bombeiros trabalham neste sábado nos escombros (Foto: GloboNews/reprodução)

Máquinas e bombeiros trabalham neste sábado nos escombros (Foto: GloboNews/reprodução)

Os demais desaparecidos são:

 

  1. Selma Almeida da Silva;
  2. Welder, 9, filho de Selma;
  3. Wender, 9, filho de Selma;
  4. Eva Barbosa Lima, 42;
  5. Walmir Sousa Santos, 47.

 

 
Walmir Sousa Santos, Eva Barbosa Lima, Selma Almeida da Silva e seus filhos, Welder e Wender, estão desaparecidos (Foto: Arquivo pessoal)Walmir Sousa Santos, Eva Barbosa Lima, Selma Almeida da Silva e seus filhos, Welder e Wender, estão desaparecidos (Foto: Arquivo pessoal)

Walmir Sousa Santos, Eva Barbosa Lima, Selma Almeida da Silva e seus filhos, Welder e Wender, estão desaparecidos (Foto: Arquivo pessoal)

Na quinta-feira (3), as duas filhas de Eva, Edivânia da Silveira e Evaneide, buscavam informações sobre a mãe. Eva e o marido moravam no prédio e não foram vistos desde o desabamento.

"Eu penso que ela está aí, porque eu deixei ela aí. Ou então, se alguém tentou salvar ela, fui no hospital e não achei", diz Evaneide.